Reflexões


Esta secção apresenta aqueles que foram os momentos de reflexão após serem realizadas diversas atividades, tanto de grupo como individuais. Estas reflexões serviram como um meio para a consolidação das aprendizagens.


Atividade de recolha de materiais de apoio

  • A atividade de recolha de materiais utilizados em Unidades Curriculares anteriores foi bastante enriquecedora, uma vez que me permitiu recuperar alguns textos e trabalhos com conceitos e ideias essenciais para a elaboração de um projeto, para a sua implementação e para a sua avaliação. Todos estes elementos são fundamentais para a realização do trabalho deste semestre, neste caso, na conceção de um projeto de intervenção. A meu ver é sempre bom rever todos estes trabalhos, de anos anteriores, para relembrar alguns conceitos que pudessem estar esquecidos ou, eventualmente, complementar as ideias que já tinha, de maneira a enriquecer o trabalho a realizar.

Atividade das fases de elaboração de um projeto

  • Relativamente à atividade das fases de elaboração de um projeto, penso que surge como uma união entre todos os materiais recolhidos das outras Unidades Curriculares com os nossos saberes sobre este tema. Esta ajudou-me bastante, dado que, depois de ter lido diversos textos, foi possível retirar o essencial, antes de começar a conceber a ideia do projeto. Todas estas fases aprofundadas permitiram-me perceber em que que ponto estava, no que toca à elaboração do trabalho de grupo, e todas as etapas que ainda teria de percorrer.

Atividade da análise de um projeto de intervenção e partilhas no fórum 

  • Na minha opinião, esta atividade foi essencial, uma vez que, depois de termos recolhido os materiais de apoio de outras Unidades Curriculares e de termos compreendido melhor cada fase inerente à elaboração de um projeto, esta serviu como uma forma de consolidar toda a informação recolhida e assimilada. A meu ver serviu, também, para termos ainda mais cuidado na elaboração dos nossos projetos, dado que já temos uma noção do que deve, ou não, ser feito e dos elementos a ter em consideração na elaboração do relatório, relativo à conceção de um projeto de intervenção.
  • As partilhas no Fórum foram importantes, também, para relacionarmos os elementos do projeto que analisámos com os dos colegas e percebermos qual seria o mais consistente e para olharmos para o mesmo como um exemplo a seguir.

Reflexão final das atividades 

  • No que toca a todas as atividades propostas pela professora, considero que a ordem das mesmas ajudou-nos imenso no desenvolvimento daquele que é o nosso projeto de intervenção. Primeiramente, com a atividade de pesquisa, relativa ao tema da Ética Profissional, foi-me possível corrigir alguns aspetos que poderia ter de melhorar, durante o contacto com as Organizações e que é fundamental para sabermos como devemos agir, aquilo que devemos ou não fazer. Na minha sincera opinião, o conhecimento que adquiri com esta pesquisa, foi essencial, não só, para agir de forma correta e adaptada ao contexto onde desenvolvi o trabalho, mas também para aquele que será o meu emprego, no futuro.
  • Após esta atividade, surge uma proposta, a qual tinha como objetivo recolher materiais dos anos anteriores, de forma a consolidar os conteúdos lecionados. Através desta atividade, foi-me possível refletir sobre o conceito de projeto, sobre os aspetos que temos de ter em conta para o elaborar, de que forma o conseguimos avaliar e através de que critérios.
  • Outra atividade surge, na sequência da anterior e tinha a ver com as fases de um projeto, a qual permitiu situar-me muito melhor naquela que era a fase em que estava naquele momento e todas as etapas que me faltavam.
  • A atividade de análise dos relatórios de projetos de intervenção de anos anteriores, foi um desafio. Foi um desafio porque o objetivo era analisarmos aquele relatório, baseando-nos no conhecimento, já adquirido, tendo que estar atentos a cada pormenor, o que, a meu ver, foi um ponto de partida para a elaboração do relatório do meu grupo. Depois daquela análise, foi possível ter uma noção, mais precisa, daquela que seria a forma de aplicar, no papel, a conceção do projeto de intervenção. A consequente discussão no fórum foi, de igual forma, interessante dado que, através das trocas de ideias com os colegas, foi percetível a diferença entre um relatório mais consistente e um relatório com menos informação.
  • As referidas atividades permitiram que registasse uma visão mais ampla, metodológica e técnico-teórica em relação ao caminho que precisa de ser seguido para atingir o que foi inicialmente idealizado.

Reflexão final sobre o Trabalho de Campo

  • Inicialmente, no contacto com as instituições senti alguma ansiedade, uma vez que enviámos vários e-mails e não conseguíamos obter resposta. Foram semanas um pouco complicadas, dado que, tanto eu como o meu colega, víamos os dias a passar e nenhuma instituição nos respondia, o que poderia prejudicar a nossa avaliação e a nossa aprendizagem. Felizmente, conseguimos, posteriormente, uma resposta e, após trocarmos alguns e-mails com a organização, iniciámos as nossas idas à organização, o que se traduziu noutro desafio.

    Na primeira visita, além de termos observado algumas reuniões, tivemos sempre o cuidado de explicar que não estávamos na organização como estagiários nem como voluntários, estávamos como estudantes. Foi bastante difícil fazer perceber quais eram as nossas funções e o que seria o nosso trabalho, a implementar na Instituição.

    Após a primeira visita, tive a oportunidade de colaborar numa atividade da organização, inserida no projeto com o qual viemos a trabalhar. Foi uma atividade muito enriquecedora, que me deu uma ideia mais concreta daquele que era o objetivo daquele projeto "PAB LIVING LAB". Permitiu-me aprender, também, diversas maneiras de lidar com imprevistos e de lidar com a possibilidade de nem todas as pessoas quererem participar nas atividades e ter de se arranjar uma solução.

    Posteriormente, na visita realizada com o objetivo de realizar um diagnóstico de necessidades da organização, foi outro momento de alguma aflição, porque muitos dos projetos terminavam em janeiro e a implementação do projeto de intervenção, realizado em grupo, teria de ser implementado no segundo semestre. Felizmente, foi-nos possível trabalhar com um projeto que terminaria em abril.

    Nas visitas seguintes, os membros da organização deram-nos permissão para utilizar os computadores, de forma a consultar os vários documentos com informação relevante sobre o projeto. Tanto a diretora como os outros membros mostraram-se sempre disponíveis e prontos a esclarecer qualquer tipo de dúvida.

    O planeamento das atividades a realizar no segundo semestre, foi um processo muito interessante e enriquecedor. O facto de termos de planear atividades para três públicos-alvo diferentes não foi algo fácil, mas foi algo que nos levou a pensar muito, em diversos fatores a ter em conta nestes casos.

    No fundo, todo este trabalho de campo, foi um primeiro contacto a sério com organizações no que toca ao trabalho propriamente dito.

    O recurso ao confronto das anotações que interiorizámos, desencadearam diferentes perspetivas sobre a implementação do projeto, cenário produtivo para o nosso trabalho, pois considero que conseguimos definir a metodologia mais eficiente.

Reflexão sobre processo de aprendizagem

  • Se, com a ajuda dos Seminários anteriores, já continha alguma bagagem no que toca a conceitos e a etapas de um projeto, este Seminário surge como uma consolidação de tudo o que já tinha sido aprendido com a prática.

    Pela razão, referida acima, este semestre foi bastante desafiante.

    Do ponto de vista pessoal, creio que a possibilidade de efetivar um trabalho de campo, exalta o decifrar de um notório mecanismo didático e facilitador da aprendizagem, tendo em consideração as necessidades de utilizar estratégias que melhorem a instituição.

    O trabalho de campo possibilitou que compreendesse as diferentes especificidades dos diversos meios em análise, assimilando o lugar em que estava envolvida, articulando os conhecimentos teóricos da sala de aula com uma primeira inserção nas relações laborais, através da observação e da análise do espaço vivido e concebido.

    Considero que desde o início das aulas, isto é, desde o primeiro contacto com a organização, que se iniciou o processo de aprendizagem, sinto que todos os dias aprendi algo diferente, tanto com as atividades propostas pela professora que, a meu ver, foram acompanhando as necessidades e dúvidas que poderíamos ter em relação à etapa em que estaríamos naquele momento e a todas as outras que ainda teríamos de atingir; como com a maneira como deveríamos lidar com a organização.

    Nem sempre foi fácil, mas este trabalho de campo foi muito enriquecedor e, a meu ver, serve como uma rampa para aquele que será o nosso emprego futuro.

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